Ao contrário do que muitos acreditam, a calvície não é um problema que se restringe ao universo masculino. Pelo contrário, a inimiga número um da vaidade dos homens também tem assombrado, e muito, as cabeças femininas. Estudos realizados pela Academia Americana deDermatologia revelam que, de um total de dois bilhões de pessoas no mundo que enfrentam os efeitos da calvície, mais de 100 milhões são mulheres. No Brasil, o problema atinge aproximadamente 20% da população feminina, em graus variados. Fatores como genética, alterações hormonais, inflamações no couro cabeludo e dietas com baixa proteína têm relação direta com a calvície.

O primeiro passo para o tratamento é distinguir queda excessiva de calvície. A queda comum se evidencia com a perda de mais de 120 fios por dia. Isto pode ser perceptível quando a pessoa encontra mais de seis fios no travesseiro ou começa a ver fios sobre o computador ou na comida, por exemplo. Já a calvície é progressiva, começa normalmente na adolescência ou no começo da fase adulta, por volta dos 20 anos, e se manifesta com uma rarefação no topo da cabeça, sem fios visíveis caindo.

curiosidade

A etapa seguinte é obter um diagnóstico correto, que só pode ser feito por um especialista e mediante uma série de exames de sangue e, em alguns casos, com biópsia do couro cabeludo.

É importante destacar algumas dicas importantes para quem, independentemente de sexo, deseja olhar para o espelho e se ver livre ou não tão afetado pelo problema. Beber bastante água, evitar o excesso de bebidas alcoólicas e cigarro, além da prática regular de exercícios físicos são medidas gerais que contribuem para uma vida melhor e para a saúde dos cabelos. Já em casos de forte herança genético-familiar de calvície, além de todas essas medidas, o acompanhamento precoce de um médico especialista é fundamental.  Se você tem outras dúvidas sobre o assunto, não deixe de agendar uma consulta com o Dr. Otávio Boaventura, no telefone (31) 2512-8907.